Como ensinar meu filho a lidar com as emoções?

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Como ensinar meu filho a lidar com as emoções?

Nos dias atuais saber lidar com as próprias questões emocionais é algo extremamente importante e valorizado, é só observar o quão criterioso estão as seleções de trabalho, na qual se buscam indivíduos mais “equilibrados emocionalmente”, ou que saibam lidar com pressão, por exemplo.

Antigamente o nível de inteligência de uma pessoa era muito valorizado e hoje percebe-se que o valor não é mais o quanto se sabe, mas sim como se relacionar consigo mesmo e com os outros.

Inteligência Emocional” que é a habilidade de reconhecer os seus próprios sentimentos e emoções, além de compreender as dos outros e saber lidar com elas.

Lidar com as próprias emoções não significa que a criança não chora, ou não se irrita, significa que sabe lidar com elas, ou seja, quando possuem um problema conseguem encontrar soluções de forma saudável.

Crianças desde o começo da vida, expressam suas emoções e a partir daí a papel dos pais é fundamental, elas podem ser trabalhadas a favor ou contra o desenvolvimento humano, tudo dependerá do posicionamento dos pais e familiares.

É necessário treinamento e vivência prática, para ensinar um filho a lidar com as emoções e ensinar que não se deve repreendê-las, desrespeitá-las ou ignorá-las.

As crianças devem ter toda a liberdade para expressar emoções: alegria, afeto, tristeza, medo e raiva, as chamadas emoções autênticas. Se a criança for levada a reprimi-las, desenvolverá uma personalidade instável, podendo se sentir insegura e desconfortável com os seus próprios sentimentos e emoções.

Fazendo o reconhecimento com as emoções do filme “Divertida Mente”. Podemos classificar a importância de cada emoção:

Medo: função básica de preservação da vida. Objetiva antecipar o dano físico ou psicológico.

Raiva: surge em situações nas quais o sujeito sente-se restringido, privado. É uma emoção que, quando evocada, pode gerar severo dano no ambiente no qual interage o sujeito.

Tristeza: é considerada a emoção mais negativa e desagradável, surgindo, principalmente, de situações de fracasso ou separação. É uma emoção que promove o retraimento global do indivíduo, podendo evoluir para severos déficits sociais. É uma emoção que, quando bem dosada, promove reparação, reflexão, estímulo de mudanças e novos atos produtivos.

Alegria: expressa acontecimentos desejáveis para o sujeito tanto no nível pessoal quanto no coletivo. Serve como uma forma de equilíbrio contra as emoções desagradáveis. Reforça fortemente vínculos sociais, pois a principal via de expressão da alegria é a promoção de interações sociais positivas.

Nojo ou Repulsa: deriva da necessidade de evitarmos nos contaminar com coisas deterioradas ou estragadas, a fim de não vulnerabilizarmos nossa saúde. As contaminações podem ser interpessoais, corporais ou morais. Gera comportamento de rejeição. Uma das emoções mais influenciadas por questões culturais.

Inteligência Emocional” que é a habilidade de reconhecer os seus próprios sentimentos e emoções, além de compreender as dos outros e saber lidar com elas.

Lidar com as próprias emoções não significa que a criança não chora, ou não se irrita, significa que sabe lidar com elas, ou seja, quando possuem um problema conseguem encontrar soluções de forma saudável.

Crianças desde o começo da vida, expressam suas emoções e a partir daí a papel dos pais é fundamental, elas podem ser trabalhadas a favor ou contra o desenvolvimento humano, tudo dependerá do posicionamento dos pais e familiares.

É necessário treinamento e vivência prática, para ensinar um filho a lidar com as emoções e ensinar que não se deve repreendê-las, desrespeitá-las ou ignorá-las.

As crianças devem ter toda a liberdade para expressar emoções: alegria, afeto, tristeza, medo e raiva, as chamadas emoções autênticas. Se a criança for levada a reprimi-las, desenvolverá uma personalidade instável, podendo se sentir insegura e desconfortável com os seus próprios sentimentos e emoções.

Fazendo o reconhecimento com as emoções do filme “Divertida Mente”. Podemos classificar a importância de cada emoção:

Medo: função básica de preservação da vida. Objetiva antecipar o dano físico ou psicológico.

Raiva: surge em situações nas quais o sujeito sente-se restringido, privado. É uma emoção que, quando evocada, pode gerar severo dano no ambiente no qual interage o sujeito.

Tristeza: é considerada a emoção mais negativa e desagradável, surgindo, principalmente, de situações de fracasso ou separação. É uma emoção que promove o retraimento global do indivíduo, podendo evoluir para severos déficits sociais. É uma emoção que, quando bem dosada, promove reparação, reflexão, estímulo de mudanças e novos atos produtivos.

Alegria: expressa acontecimentos desejáveis para o sujeito tanto no nível pessoal quanto no coletivo. Serve como uma forma de equilíbrio contra as emoções desagradáveis. Reforça fortemente vínculos sociais, pois a principal via de expressão da alegria é a promoção de interações sociais positivas.

Nojo ou Repulsa: deriva da necessidade de evitarmos nos contaminar com coisas deterioradas ou estragadas, a fim de não vulnerabilizarmos nossa saúde. As contaminações podem ser interpessoais, corporais ou morais. Gera comportamento de rejeição. Uma das emoções mais influenciadas por questões culturais.

Para entrar em sintonia com as emoções de seu filho, você precisa prestar atenção à linguagem corporal, às expressões faciais e aos gestos dele.

Ao ajudar a encontrar soluções, incentive a criança a pensar sozinha e a resolver os problemas, pergunte-lhe o que ela quer, ajude a escolher as melhores opções pensando em conjunto nas consequências, relembre as opções de sucesso e escolha as opções mais viáveis e eficazes.

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